quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Repercussão da vitória brasileira em Santiago


A seleção brasileira de futebol voltou a vencer nas eliminatórias para a Copa do Mundo de 2010 na África do Sul. No último domingo (7/9) os comandados do técnico Dunga venceram o Chile por 3 a 0 no Estádio Nacional em Santiago. Os gols foram marcados pelos atacantes Luís Fabiano (2) e Robinho. A vitória confortável foi muito importante para assegurar o cargo de Dunga e para alegrar o torcedor brasileiro, que estava desapontado devido às más atuações recentes da seleção. Com o resultado, o Brasil assume a segunda colocação na tabela, atrás somente da seleção paraguaia.

A notícia repercutiu em vários blogues de jornalistas esportivos, que analisaram a partida de formas diferentes. No Blog do Juca, Juca Kfouri lembra Dunga que a vitória veio, porém foi “só contra o Chile”, que de acordo com o jornalista, é um belo produtor de vinho, mas em relação à jogadores de futebol deixa a desejar. Já Mauro Beting, no Blog dos Colunistas do Lancenet, enaltece a vitória da seleção contra o Chile, classificando-a como “espetacular”, e elogia a postura de ambos os times, que jogaram de forma ofensiva. Beting conlui: “senhora vitória do Brasil”, “senhora virada de Dunga”. Paulo Vinicius Coelho, no Blog do PVC, diz que a seleção foi “bem”. Seu texto analisa aspectos positivos e negativos apresentados pelo Brasil. PVC diz que a seleção teve méritos no contra-ataque, e apresenta um dado: um terço dos gols da chamada “Era Dunga” originaram de tal jogada. Como crítica, o jornalista aponta o fato do Brasil não agüentar a marcação por pressão e o fato de não conseguir penetrar na área quando o adversário está com a defesa armada.

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Globo fora das Olimpíadas de 2012

A transmissão das Olimpíadas de Pequim-2008, rendeu para a Rede Globo o dobro de ibope durante o período da manhã. De olho nisso a rede Record transmitirá sozinha a próxima edição do evento, que vai acontecer em Londres, 2012.
No início do ano passado, a Record comprou o direito de transmissão por U$60 milhões, superando a proposta da concorrente. E afirmou que só aceitará vender os direitos de imagem da Olimpíada britânica por meio de licitações, liberando-as somente para TV Paga e exibição na web.
Outra notícia ruim para a Globo é que são esperados o triplo de pontos alcançados nas Olimpíadas de Pequim O fuso vai atrapalhar menos e os jogos vão ser exibidos na parte da tarde ou em horário nobre. Será a primeira vez que a emissora não terá exclusividade na cobertura dos jogos.

-Mais informações sobre o assunto na Folha on-line
http://noticias.uol.com.br/ooops/ultnot/2008/08/07/ult2548u571.jhtm

Pequim e o esporte brasileiro

Os jogos olímpicos de Pequim acabaram. Para o Brasil, o resultado foi de um total de 15 medalhas (3 de ouro, 3 de prata e 9 de bronze). As medalhas de ouro foram fruto de esforços individuais (de Maurren Maggi no atletismo e César Cielo na natação), e do bom trabalho realizado pelo vôlei feminino, que obteve o ouro.
O país nunca investiu tanto no esporte (cerca de R$ 800 milhões). Esse investimento foi possibilitado pela lei Agnelo/Piva e por meio de cotas de empresas estatais, como a Caixa Econômica, o Banco do Brasil e a Petrobrás.
A análise geral de especialistas como o jornalista Juca Kfouri e o ex-jogador, agora também colunista da revista “Carta Capital”, Sócrates, é de que a “pirâmide” do esporte brasileiro está invertida, ou seja, a maior parte da verba vai para o esporte de alto rendimento, esquecendo-se da prática esportiva nas escolas. Faltam quadras e equipamentos. A educação física tem que ser levada como matéria importante para a saúde e bem estar, além de contribuir para o processo de inserção social.Enquanto estes processos não ocorrerem, a revelação de talentos continuará escassa e o Brasil nunca se tornará a tão sonhada potência olímpica

http://blogdojuca.blog.uol.com.br/arch2008-08-17_2008-08-23.html

Análise do professor da UnB RONALDO PACHECO DE OLIVEIRA FILHO
(é o terceiro post debaixo para cima do dia 22/8)

As olímpiadas de 2008 chegam ao fim

Iniciada oficialmente no dia 8 de agosto de 2008, as Olimpíadas realizadas em Pequim bateram 175 recordes – 132 olímpicos e 43 mundiais – divididos em 28 esportes. Foram entregues 958 medalhas, dentre elas 302 de ouro, 303 de prata e 353 de bronze. Fizeram parte das Olimpíadas 204 delegações; 87 delas subiram ao menos uma vez ao pódio. A dona da casa dominou o quadro de medalhas: a China totalizou 100 medalhas, sendo elas 51 de ouro, 21 de prata e 28 de bronze.

O encerramento do evento aconteceu depois de 17 dias de competição, no último domingo, 24. A cerimônia que marcou o fim das Olimpíadas de 2008 rendeu a maior audiência para a emissora de TV americana NBC desde as Olimpíadas de Montreal, em 1976, e foi assistida por 26,3 milhões de telespectadores, 27% a mais que as de Atenas, em 2004, e 38% a mais que as de Sydney, em 2000.

Os próximos Jogos Olímpicos serão realizados em Londres. Os jogos de 2016 já têm cidades pretendentes à sede, entre elas Chicago (EUA), Madri (Espanha), Rio de Janeiro (Brasil) e Tóquio (Japão).

22 anos adiantado...

De acordo com estudos matemáticos divulgados pela agência de notícias Ansa, o recorde obtido pelo velocista jamaicano Usain Bolt, 9,69 segundos nos 100 metros, só poderia ser atingido em 2030. Até agora, de acordo com matemáticos e físicos da revista “Wired”, esse modelo matemático tinha sido bem-sucedido em prever os progressos de velocistas e estabelecido o tempo de 9,45 segundos como marca insuperável. Depois do recorde de Bolt, os cálculos terão de ser refeitos. Reza Noubary, matemático da Bloomsberg University da Pensilvânia, afirma: "Com esses novos dados, o tempo previsto para os 100 metros provavelmente estará destinado a se reduzir ainda mais". Bolt superou, 22 anos antes do esperado, a marca prevista para 2030 durante as Olimpíadas de Pequim, evento de que saiu com outros dois recordes mundiais e com um total de três medalhas de ouro.

O feito de Bolt é tão surpreendente que já foi descartado como previsão. Segundo a revista “Wired”, o físico Jonas Mureika, da Loyola Marymount University, em Los Angeles, havia chegado a um resultado que apontava 2009 como data para que algum atleta atingisse um tempo similar ao de Bolt. Decidiu, no entanto não publicar o estudo pois achou a previsão “incrível”. O recorde na época em que seu modelo previu 9,6 segundos para 2009 era de 9,79 segundos. Mureika diz que o resultado parecia fora da realidade, já que tal progresso não viria em tão pouco tempo, e lamenta: “Todo dia que eu penso nisso, eu me chuto. Esse é o meu castigo por duvidar dos números".

Fonte: Portal Terra

Mesmo após o final das olímpadas...


Apesar do fim das olimpíadas de 2008, o site do jornal norte-americano “The New York Times” publicou no mês de agosto uma seção especial e muito informativa sobre todas as olimpíadas da história.
A seção, animada em flash, apresenta mapas interativos que mostram uma variação no tamanho dos países em relação ao número de medalhas obtidas na Olimpíada selecionada e seu resultado final.
Além de conferir detalhadamente as informações sobre as medalhas, também é possível verificar os países participantes e seu respectivo número de medalhas, atletas vencedores e suas modalidades.
O site disponibiliza também, uma parte destinada à notícias sobre as Olimpíadas de Pequim, além de seções explicativas sobre cada modalidade olímpica procurada.
Vale a pena conferir.

O mapa de medalhas se encontra em:
http://www.nytimes.com/interactive/2008/08/04/sports/olympics/20080804_MEDALCOUNT_MAP.html

O seção sobre as Olímpiadas de Pequim se encontra em:
http://www.nytimes.com/pages/olympics2008/index.html

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Culpa de quem?


Fabiana Murer, atleta brasileira do salto com vara, se decepcionou nos jogos olímpicos de Pequim. Uma de suas varas sumiu durante a competição, obrigando-a a usar outra inapropriada para a altura. Ela, consequentemente, não fez uma boa prova. O comitê organizador dos jogos de Pequim (Bocog) enviou uma carta à competidora dizendo que deveria ter prestado atenção em seu equipamento e lamentou o ocorrido.

O esporte consiste em correr, saltar pegando impulso com uma vara flexível e ultrapassar o sarrafo, que é apoiado por duas travas verticais. Surgiu na Grécia antiga e naquela época, os atletas usavam varas feitas de bambu ou madeira que eram bem pesadas. Atualmente elas são feitas de fibra de carbono ou fibra de vidro, material mais leve e com maior flexibilidade. O tamanho padrão é de 4,9m. A altura do sarrafo é escolhida pelo atleta que pode ultrapassá-la o quanto quiser e errar até três vezes.